sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Folha tem dislexia jornalística!!!!

Recebi um e-mail hoje da equipe do Mobilização BR que foi escrito por uma pessoa que se identifica como Adriano. Gente... Um máximo. Afinal, um cara que chama nossa imprensa (leia-se Folha, Globo) de disléxica... é muito bom!!!!

Vale a pena ler.

Bom divertimento e entre nestes links sugeridos por ele.


Companheir@s e amig@s,

Recebemos hoje o e-mail* do Adriano, que vale a pena ler para entendermos como funciona a imprensa no nosso país.

Segue também o programa da Dilma Presidente do dia 20/10 à noite, eu gostei muito, espero que vc também goste:

www.youtube.com/watch?v=oSzB2PnP3OM&feature=player_embedded

Abs e boa campanha a tod@s!

Equipe MobilizaçãoBR

Siga-nos no twitter: @mobilizacaobr

*Abaixo o email do Adriano:

Caros,

Alguns ex-alunos, e tb amigo de outras áreas, de vez em quando me perguntam sobre a credibilidade que determinado jornal deve receber.

Bom, a Folha de S.Paulo (do grupo UOL) é um típico exemplo do que podemos chamar de dislexia jornalística, tendo em vista que eles possuem uma dificuldade enorme em ler os acontecimentos e escrever os fatos. O jornal da família Frias prefere muito mais lançar mão dos factóide (argh!) esquecendo que, na maioria dos casos, os leitores não são as marionetes que pensam.

Quer ver um exemplo? Olha nos links abaixo as chamadas dos dias 19/10 e 20/10 sobre o tal "dossiê" dos dados tucanos...

www1.folha.uol.com.br/poder/817213-policia-federal-liga-quebra-de-sigilo-a-pre-campanha-de-dilma.shtml

E depois aqui: eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/10/20/em-nota-pf-desmente-ligacao-de-quebra-de-sigilo-com-campanha-da-petista.jhtm

E só para lembrar (pq eu adoro esta parte), ai vai o link para o artigo "Pó pará Governador", escrito pelo Mauro Chaves - amigo íntimo do candidato Serra - que ajudou a sepultar às pretensões políticas do Aécio Neves ao cargo máximo do Executivo. Nele, há um claro recado para o ex-Governador de Minas. E aqui sim há uma transloucada disputa de dossiês.

www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php

Abs,

Adriano

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Serra Rojas!!!!

Esta é a nova... Aliás, a notícia que li contraria a história da bobina... Segundo matéria do SBT, o senhor Serra foi atingido por uma bolinha de papel... E fez teatro!!!!!!!!!!!!! Serra Rojas!!!!!! Ha, ha, ha, ha... Lembra do goleiro Rojas????? Serra Rojas!!!!!

Sem palavras!!!!


LINDOS: MANIFESTAÇÃO E DISCURSOS


Engraçado, jornais dizem que fulano, beltrano ou cicrano apoiam Serra... Etc, etc,.... Mas somente nos rodapés destes me jornais fala-se da grande manifestação realizada por artistas e intelectuais pró-Dilma. Aliás, vale a pena entrar no You Tube, pois o discurso do Boff é belíssimo e resume bem tudo... Uma das grandes falas é de que Lula não é gestor do povo brasileiro, mas cuidador... E esta continuidade a Dilma vai dar. Ele lembra que há uma diferença de propostas. Um para o rico, Fiesp, etc, e outra para o povo. Afinal, os números mostram que mais 20 milhões de brasileiros deixaram a linha da pobreza, e cerca de 32 milhões subiram para a classe média. Chico, o anjo, como disse Boff, disparou: "Um governo que fala de igual para igual com todos, que não fala fino com Washingoton, nem fala grosso com Bolívia e o Paraguai." Tudo isto, é irrelevante para a mídia manipuladora, que tem interesse na eleição do senhor José Serra.
Mas a Rede Globo se apressou ontem em dizer que José Serra foi atingido por uma bobina em manifestação no Rio de Janeiro... Lógico, atingido por militantes do PT... Engraçado, o que ninguém disse, foi que a bobina que o acertou, tinha adesivos do PSDB (argh!!! não gosto nem de falar esta sigla). Normal, em "guerras" de militantes, acabar voando o objeto aqui, outro ali. O duro, é que o objeto que acertou o candidato, foi de seu próprio partido.
Outro detalhe interessante, que Fátima Bernardes se apressou em colocar, é que ele foi direto para o hospital. Depois disse que o médico tinha dado alta, pois não tinha ocorrido nada demais com o indivíduo....
Olha... Difícil conviver com esta mídia manipuladora, que inclusive apoiou a ditadura militar... Preciso dizer mais algo????


Ah!!! Apesar de notícias passadas.... Aborto de forma nenhuma para a mulher brasileira... Mas Moniquinha pode....
Beijos, e no dia 31, sou 13!!!!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Serra é uma fraude...


Isto é o que ele vai fazer com o trabalhador!!!!


Ele diz em R$ 600,00 o mínimo... De ter participado disto e daquilo e a Dilma nada... Tolinho!!!!! Basta pesquisar para saber quem é José Serra. Veja isto...

Uma verdade de 3,75
O candidato Sr. José Serra está dizendo em sua campanha eleitoral que foi "o melhor deputado na Constituinte de 1988". E compara com o "PT da Dilma, que se recusou a assinar a Constituição".
Well, Dilma, de fato, não estava lá. Estava o Lula. E estavam também, com as respectivas notas: Benedita da Silva (10) e Vladimir Palmeira (10) do RJ; Eduardo Jorge (10), Florestan Fernandes (10), Gumercindo Milhomem, Irma Passoni (10), Plínio Arruda Sampaio (10), José Genoino (10) e Luiz Gushiken (9,5), de SP; João Paulo Pires de Vasconcelos (10), Paulo Delgado (10) e Virgílio Guimarães (9), de MG; Olívio Dutra e Paulo Paim, do RS; e Vitor Buaiz (9,5) do ES. Todo mundo do PT naqueles tempos. Todo mundo com nota de sobra, a favor dos trabalhadores. Portanto, o PT assinou a Carta Magna. Então esta já é
uma mentira do candidato.
Agora me diz: onde alguém, por exemplo, que numa escala de zero a dez tenha tirado nota 3,75 é o melhor? Só se for nas escolas do Sr. Paulo Renato Costa Souza, onde alunos são aprovados sem saber ler/escrever,
e nos mágicos contorcionismos que aplica no (mega) organizado Saresp. Daí dá certo. Portanto, esta é mais uma mentira do candidato.
Você pode se perguntar o motivo de nota tão pífia. Basicamente foi por razões também divulgadas e que devem ser sempre recordadas - principalmente para que se evitem os mesmos erros. Olha que bacana o resumo da mixórdia:

Serra votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas;
Serra votou contra mais garantias de estabilidade no emprego ao trabalhador;
Serra negou seu voto pelo direito de greve;
Serra negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário;
Serra negou seu voto pelo aviso prévio proporcional;
Serra negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical;
Serra negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio;
Serra negou seu voto pela garantia do salário mínimo real;
Serra votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias;
Serra votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo....

"Você me conhece. Sabe da minha franqueza, e que eu não mudo de opinião em véspera de eleição..." (vídeo 3:12). Foi pela mesma franqueza e opinião que o Sr. José Serra abandonou a prefeitura de SP para ser candidato a governador, mesmo tendo assinado documento e se pronunciado em debate declarando que jamais o faria. Quer dizer que o salário mínimo de R$600 é miragem, que a greve vai ser tratada da mesma forma como tratou os professores em 2009, que jornalistas e
colunistas com opinião própria (contrária a dele) continuarão sendo demitidos, que o petróleo brasileiro tem de ser internacional...
Não há muita novidade no que consta neste humílimo post. Aliás, se você colocar no Google "nota 3,75" vai ver que o primeiro resultado (e outros sequentes) já é a mentira do candidato Serra. E como aqui é um banco de dados, quanto mais registros corretos houver, melhor.


Abaixo a avaliação do Sr. Serra obtida no DIAP – Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar -, em Quem foi quem na Constituinte - Nas questões de interesse dos Trabalhadores, página 621. E em seguida as notas daquele que o nosso maior mentor em vida, Professor Hariovaldo Prado, chama de "analfabeto, nove-unhas, molusco vermelho barbudo" e por aí vai. Está na página 625. Nota dez. Se quiser recordar para viver, todos à época estão aqui. Alvíssaras!



E enquanto isto, nas suas ações como governador de São Paulo....


O povo é soberano




Texto assinado por Leonardo Boff e Chico Buarque convoca artistas 'a somarem forças para garantir os avanços' do governo Lula

Flavia Salme, iG Rio de Janeiro | 11/10/2010


Em apoio a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff <http://ultimosegundo.ig.com.br/dilmarousseff/p1237730472540.html> , um grupo de artistas e intelectuais liderados por Leonardo Boff, Chico Buarque, Emir Sader e Eric Nepumuceno está articulando adesões a um manifesto de apoio político à petista.

O documento será entregue à candidata na próxima segunda-feira (18), em um ato político organizado pelo grupo no Teatro Oi Casagrande, no Leblon, zona sul da capital fluminense, às 20h.

De acordo com o filósofo e teólogo Leonardo Boff, o manifesto foi organizado pelo jornalista e escritor Eric Nepomuceno e pelo cantor e compositor Chico Buarque. "A ideia foi do Eric e do Chico para contrabalançar muitas difamações e mentiras que estão sendo divulgadas na internet, e eles têm todo meu apoio e o do Frei Betto também, que escreveu um artigo sobre a Dilma. Eles cresceram juntos e ele fala muito bem sobre ela", disse Boff, que informou também que o arquiteto Oscar Niemeyer faz parte dos signatários.

Ainda segundo Boff, as críticas contra Dilma envolvendo a questão do aborto "é um discurso para desviar das gandes questões". "O PSDB não tem liderança nem carisma, não tem projeto nenhum para oferecer", falou em defesa da petista. "Eles descobriram esse viés para distrair da verdadeira discussão, é uma questão de falsa política", concluiu.

Para participar do abaixo assinado, envie sua adesão para:

emirsader@uol.com.br
ericnepomuceno@uol.com.br


Leia a íntegra do documento:

À NAÇÃO

Em uma democracia nenhum poder é soberano.

Soberano é o povo.

É esse povo – o povo brasileiro – que irá expressar sua vontade soberana no próximo dia 3 de outubro, elegendo seu novo Presidente e 27 Governadores, renovando toda a Câmara de Deputados, Assembléias Legislativas e dois terços do Senado Federal.

Antevendo um desastre eleitoral, setores da oposição têm buscado minimizar sua derrota, desqualificando a vitória que se anuncia dos candidatos da coalizão Para o Brasil Seguir Mudando, encabeçada por Dilma Rousseff.

Em suas manifestações ecoam as campanhas dos anos 50 contra Getúlio Vargas e os argumentos que prepararam o Golpe de 1964. Não faltam críticas ao “populismo”, aos movimentos sociais, que apresentam como “aparelhados pelo Estado”, ou à ameaça de uma “República Sindicalista”, tantas vezes repetida em décadas passadas para justificar aventuras autoritárias.
O Presidente Lula e seu Governo beneficiam-se de ampla aprovação da sociedade brasileira. Inconformados com esse apoio, uma minoria com acesso aos meios, busca desqualificar esse povo, apresentando-o como “ignorante”, “anestesiado” ou “comprado pelas esmolas” dos programas sociais.

Desacostumados com uma sociedade de direitos, confunde-na sempre com uma sociedade de favores e prebendas.

O manto da democracia e do Estado de Direito com o qual pretendem encobrir seu conservadorismo não é capaz de ocultar a plumagem de uma Casa Grande inconformada com a emergência da Senzala na vida social e política do país nos últimos anos. A velha e reacionária UDN reaparece “sob nova direção”.

Em nome da liberdade de imprensa querem suprimir a liberdade de expressão. A imprensa pode criticar, mas não quer ser criticada.

É profundamente anti-democrático – totalitário mesmo – caracterizar qualquer crítica à imprensa como uma ameaça à liberdade de imprensa. Os meios de comunicação exerceram, nestes últimos oito anos, sua atividade sem nenhuma restrição por parte do Governo. Mesmo quando acusaram sem provas.

Ou quando enxovalharam homens e mulheres sem oferecer-lhes direito de resposta. Ou, ainda, quando invadiram a privacidade e a família do próprio Presidente da República.
A oposição está colhendo o que plantou nestes últimos anos. Sua inconformidade com o êxito do Governo Lula, levou-a à perplexidade. Sua incapacidade de oferecer à sociedade brasileira um projeto alternativo de Nação, confinou-a no gueto de um conservadorismo ressentido e arrogante. O Brasil passou por uma grande transformação.

Retomou o crescimento. Distribuiu renda. Conseguiu combinar esses dois processos com a estabilidade macroeconômica e com a redução da vulnerabilidade externa. E – o que é mais importante – fez tudo isso com expansão da democracia e com uma presença soberana no mundo.
Ninguém nos afastará desse caminho. Viva o povo brasileiro.



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Precisa dizer mais????

Serra é o candidato da direita

Fracassado Collor – em cujo governo os tucanos se preparavam para entrar -, FHC assumiu a heranca do projeto neoliberal no Brasil. Norteou-se por seus mentores, Mitterrand e Felipe Gonzalez, e achou que se daria bem sendo seu continuador no Brasil, que era a a via que lhe restava para realizar seu sonho de ser presidente.

Assumiu com todo o ímpeto, achando que ia se consagrar. A ponto de ter proferido um conjunto de besteiras, como, entre outras, a de que ”A globalização é o novo Renascimento da humanidade”. E lá foi ser “droit” na vida.

Vestiu a carapuça que Roberto Marinho procurava. Se atribui a ele a frase, diante da queda tão chorada do Collor: “Foi o último presidente de direita que conseguimos eleger”. Se supunha que tinham de buscar em outras hostes o continuador de Collor. E acharam FHC.

Que teve a audácia de chamar o PFL, partido nascido da ditadura, com ACM, Marco Maciel, Jorge Bornhausen, como seus dirigentes pára- representativos, que tentavam se reciclar para a democracia, buscando apagar seu passado. Tucanos e pefelistas foram a base de sustentação firme do governo, que agregou o PMDB (governista, como sempre) e outros partidos menores.

Esse foi o eixo partidário do projeto neoliberal de FHC. Que pretendia ser para o Collor o que o Toni Blair foi para a Thatcher: deixar que Collor fizesse o trabalho mais sujo do neoliberalismo – privatizações, abertura da economia, enfraquecimento substancial do Estado, precarização das relações de trabalho -, para que ele aparecesse como a “terceira via”. Como Collor fracassou, FHC teve que vestir o tailler da Thatcher e implementar a ortodoxia neoliberal.

Serra nunca se deu bem com FHC – como, aliás, com ninguém, com seu gênio de turrão, de mal humorado, que nunca sorri, que atropela a tudo e a todos que vê como obstáculos. Serra sempre disputou com FHC dentro dos tucanos, era seu rival. Perdeu e teve que aceitar o Ministério do Planejamento do governo, sem poder algum, mas tendo que referendar o Plano Real. Depois foi para a Saúde, para tentar preparar sua candidatura à presidência. Tentou manter distância do governo de FHC, sabendo que quem se identificasse com o governo, perderia. Não consegui e foi derrotado fragorosamente no segundo turno.

Em 2006, temeu por uma nova e definitiva derrota, além do que, pessoa com péssimas relações com todo mundo, perdeu para Alckmin o foro interno dos tucanos e teve que se contentar com esperar. Volta agora como o candidato do bloco que passou a ocupar o espaço da direita no campo político brasileiro.

A oposição aceita Serra não de bom grado, em primeiro lugar porque ele tem relações ruins com todos. Em segundo, porque ele não quer assumir o figurino – vestido com desenvoltura por FHC, por Sergio Guerra, por todo o DEM – de bater duro no governo Lula, de assumir claramente o papel de oposição ao governo. Porque Serra sabe que o sucesso do governo Lula demonstra que esse é um caminho seguro de derrota.

É um casamento de conveniência, mas não havia outro lugar se Serra ainda tem alguma esperança de ser presidente. Às vezes, pela fisionomia e pelas palavras dá a impressão que ele sai candidato com resignação, consciente que é sua ultima oportunidade, mas que sabe que vai para o matadouro, para a derrota inevitável.

O campo político não é definido pela vontade das pessoas. Ele tem uma objetividade, resultado dos enfrentamentos e das construções de força e de aliança de cada bloco. A bipolaridade não é um desejo, é uma realidade. São dois grandes blocos que se enfrentam, com programas, forças sociais, quadros, objetivos e estratégias contrapostas.

Dilma representa o aprofundamento do projeto de 8 anos do governo Lula, ocupa o espaço da esquerda no campo político. Serra representa as mesmas forças que protagonizaram os 8 anos do governo FHC, que implementou o neoliberalismo no Brasil, governo de que o próprio Serra foi ministro todo o tempo. São dois projetos, dois países distintos, dois futuros diferenciados, para que o povo brasileiro os compare e decida.

Este texto é de Emir Sader. Foi publicado em seu blog - Carta Maior. Não precisa dizer mais nada!!!!!


Para completar esta saga, deixo aqui um vídeo que é demais... Preste atenção quando o estudante diz ao meganha: "Isto aqui é livro cara..." Olha... Tudo muito bom... A mensagem... A música... Enfim, vale a pena ver!!!! Este é o retrato do governo Serra em São Paulo. Queremos isto para o Brasil? Além de usar de força policial, o indivíduo ainda é um perfeito filósofo goebbeliano. E a imprensa ADORA!!!!!! Este vídeo pelo menos não é da linha goebbeliana... Tenham certeza. Clique aqui.